<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0" xml:lang="pt" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><language>pt</language><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/about/news/news.html</link><atom:link rel="self" type="application/rss+xml" href="http://www.berzinarchives.com/web/x/feed/newsfeed.rss_1545397549.rss" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" /><title>Os Mais Recentes Artigos Budistas dos Arquivos de Berzin</title><description>Este feed faculta-lhe os mais recentes artigos publicados nos Arquivos de Berzin. Os Arquivos de Berzin (http://pt.berzinarchives.com) são um site com extensa matéria sobre filosofia, história e prática budistas.</description><lastBuildDate>Sat, 04 Jul 2009 08:40:58 +0100</lastBuildDate><ttl>720</ttl><copyright>Direitos de Autor: Os Arquivos de Berzin, pt.berzinarchives.com</copyright><media:credit role="producer" scheme="urn:ebu">Dr. Alexander Berzin</media:credit><media:credit role="author" scheme="urn:ebu">Dr. Alexander Berzin</media:credit><image><url>http://www.berzinarchives.com/web/images/global/logo.gif</url><title>Os Mais Recentes Artigos Budistas dos Arquivos de Berzin</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/about/news/news.html</link><width>100</width><height>145</height><description>Os Mais Recentes Artigos Budistas dos Arquivos de Berzin</description></image><item><title>A Renovação da Linhagem da Ordenação de Monges, no Tibete, no Século X</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/study/history_buddhism/buddhism_tibet/details_tibetan_history/revival_monk_ordination_lineage_ten.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/study/history_buddhism/buddhism_tibet/details_tibetan_history/revival_monk_ordination_lineage_ten.html</guid><description>No período do rei Langdarma (Glang-dar-ma), houve uma severa repressão do budismo. De acordo com algumas fontes, esta ocorrência teve lugar entre 836 e 842. De acordo com outras fontes, entre 901 e 907. Todos os monges foram mortos ou forçados a abandonar os mantos, todos exceto três: Mar Shakya (dMar Sha-kya), Yo Gejung (g.Yo dGe-byung), e Tsang Rabsel (gTsang Rab-gsal). Os três escaparam, fugindo através do Tibete Ocidental e recebendo asilo temporário no território turcomano Qarakhanid, em Kashgar, no Turquistão Oriental (Xinjiang). Continuaram através das regiões de culturas tibetanas, mais ao leste, em Dunhuang (Tunhuang) e Gansu (Kansu), as quais sendo distantes de Lhasa, foram poupadas à perseguição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com algumas fontes mongóis, passaram através da Mongólia, então&lt;a href="/web/pt/archives/study/history_buddhism/buddhism_tibet/details_tibetan_history/revival_monk_ordination_lineage_ten.html" title="A Renovação da Linhagem da Ordenação de Monges, no Tibete, no Século X"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Tue, 27 Jan 2009 10:59:06 +0100</pubDate></item><item><title>O significado e o uso de uma mandala</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/tantra/level1_getting_started/meaning_use_mandala.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/tantra/level1_getting_started/meaning_use_mandala.html</guid><description>O significado de mandala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A palavra tibetana para mandala, dkyil-khor, significa literalmente aquilo que circunda um centro. Um centro é, aqui, um significado e aquilo que o circunda - mandala - é um símbolo redondo que representa o significado. No entanto, nem todas as mandalas são redondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há muitos tipos de mandalas, usadas para várias finalidades nas práticas budistas do sutra e do tantra. Vamos agora examinar alguns deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mandala externa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Uma mandala externa (phyii dkyil-khor) é uma representação de um sistema de mundo. É usada como uma oferta feita a um professor espiritual quando se pede para dar um ensinamento, para conferir um conjunto de votos ou para conferir um empoderamento tântrico. Similarmente, é usado como uma oferenda de apreciação no final do ensinamento, dos&lt;a href="/web/pt/archives/advanced/tantra/level1_getting_started/meaning_use_mandala.html" title="O significado e o uso de uma mandala"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Mon, 12 Jan 2009 17:26:13 +0100</pubDate></item><item><title>Compreendendo o Tantra - 5 Imageria tântrica</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_05.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_05.html</guid><description>Examinando os mal-entendidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Um dos aspectos mais perplexos e mais facilmente mal entendido do tantra é a sua imageria sugestiva de sexo, adoração ao diabo e violência. As figuras búdicas aparecem frequentemente como casais em união, muitas tendo caras demoníacas, aparecendo de pé rodeadas de flamas, e a espezinhar seres indefesos debaixo dos seus pés. Os primeiros eruditos ocidentais, vindos frequentemente de uma herança social victoriana ou missionária, ficaram horrorizados ao ver essas imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mesmo hoje em dia, algumas pessoas acreditam que os casais significam a exploração sexual das mulheres. Outros imaginam que os pares em união representam a transcendência de toda a dualidade até ao ponto em que não há nenhuma diferença entre o bem e o mal. Por conseguinte, pensam que o&lt;a href="/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_05.html" title="Compreendendo o Tantra - 5 Imageria tântrica"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 16:14:38 +0100</pubDate></item><item><title>Compreendendo o Tantra - 4 Figuras búdicas</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_04.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_04.html</guid><description>Para superarem o fascínio, a repulsa ou a confusão sobre a impressionante variedade de figuras búdicas usadas no tantra e sobre as suas estranhas formas, os ocidentais precisam de compreender o seu lugar e uso no caminho budista. Precisam também de diferenciá-las dos conceitos ocidentais de auto-imagens, arquétipos e objetos de oração. Se assim não for, podem confundir a prática do tantra com formas de psicoterapia ou de religião politeísta devocional e, assim, privarem-se dos benefícios totais da prática com figuras búdicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O uso de figuras búdicas em práticas partilhadas pelo sutra e tantra Mahayana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para obtermos presença mental e concentração, podemos focar, por exemplo, na consciência sensorial da sensação física da respiração, ao passar para dentro e para fora do nariz. Contudo,&lt;a href="/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_04.html" title="Compreendendo o Tantra - 4 Figuras búdicas"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 16:10:53 +0100</pubDate></item><item><title>Compreendendo o Tantra - 3 O uso do ritual na prática do tantra</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_03.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_03.html</guid><description>Embora a prática tântrica seja extremamente avançada, muitos ocidentais recebem empoderamentos tântricos sem uma preparação adequada e começam a prática tântrica sem uma compreensão profunda. No início, a maioria vê apenas as características superfíciais do tantra, tais como a sua ênfase no ritual, a sua profusão de figuras búdicas e seu uso de imagens sugestivas de sexo e violência. Muitos acham estas características intrigantes, problemáticas ou até mesmo confusas. Para beneficiarem mais inteiramente da sua prática inicial, tais ocidentais precisam de compreender e apreciar o significado e a finalidade destes aspectos pelo menos a um nível superficial. Quando superarem o seu fascínio, objeção ou preocupação inicial, podem examinar com vagar os níveis mais profundos que a superfície&lt;a href="/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_03.html" title="Compreendendo o Tantra - 3 O uso do ritual na prática do tantra"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 16:07:38 +0100</pubDate></item><item><title>Compreendendo o Tantra - 2 A autenticidade dos tantras</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_02.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_02.html</guid><description>A origem dos tantras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A prática tântrica requer a convicção da autenticidade dos tantras, a compreensão correta dos seus métodos e teoria e a certeza da sua validade como processos conducentes à iluminação. De acordo com a tradição tibetana, a fonte dos tantras é o próprio Buda Shakyamuni. Contudo, muitos eruditos ocidentais e budistas disputaram essa questão. No entanto, segundo padrões científicos ocidentais, nenhum dos textos atribuídos ao Buda - nem sutras nem tantras  pode passar o teste de autenticidade. A questão é se isto é crucial aos praticantes do tantra ou outros critérios são para eles mais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os tibetanos explicam que o Buda Shakyamuni ensinou três veículos ou caminhos de prática que conduzem aos objetivos espirituais mais elevados. O veículo modesto (pequeno&lt;a href="/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_02.html" title="Compreendendo o Tantra - 2 A autenticidade dos tantras"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 16:03:17 +0100</pubDate></item><item><title>Compreendendo o Tantra - 1 O significado de tantra</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_01.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_01.html</guid><description>A definição da palavra tantra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os ensinamentos do Buda incluem sutras e tantras. Os sutras apresentam os temas básicos da prática para se adquirir a liberação dos problemas recorrentes sem controlo (sânsc. samsara) e, além disso, para alcançar o estado iluminado de um Buda, com a capacidade de ajudar os outros tanto quanto possível. Os temas incluem métodos para o desenvolvimento da auto-disciplina ética, da concentração, do amor, da compaixão e de uma compreensão correta de como as coisas realmente existem. Os tantras apresentam práticas avançadas baseadas nos sutras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A palavra sânscrita tantra significa o urdume de um tear ou os fios de uma trança. Como os fios de urdume, as práticas tântricas servem como uma estrutura que nos permite entrelaçar os temas do sutra para tecer a&lt;a href="/web/pt/archives/e-books/unpublished_manuscripts/making_sense_tantra/pt1/making_sense_tantra_01.html" title="Compreendendo o Tantra - 1 O significado de tantra"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 15:57:47 +0100</pubDate></item><item><title>Trazendo o Budismo à Terra - Sessão VII: A Prática Tântrica</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_seven_tantric_practice.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_seven_tantric_practice.html</guid><description>Tantra é uma Prática Avançada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nesta nossa última sessão vamos falar um pouco sobre o tantra. Nós também precisamos de trazer o tantra à terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao aproximarem-se dos ensinamentos tântricos do budismo tibetano, as pessoas do Ocidente caem frequentemente em um de dois extremos. Um extremo é o de terem medo deles e de não quererem ter nenhum envolvimento com o tantra. O outro extremo é o de quererem mergulhar imediatamente para dentro do tantra. Estes dois extremos têm as suas falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O tantra é uma prática extremamente avançada. Não é algo de que se deva ter medo nem algo onde se deva ingressar prematuramente. A nível do sutra, nas nossas iniciais práticas budistas, o que fazemos é aprender a desenvolver muitas qualidades diferentes que nos ajudarão a melhorar o samsara, a alcançar a&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_seven_tantric_practice.html" title="Trazendo o Budismo à Terra - Sessão VII: A Prática Tântrica"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 15:49:48 +0100</pubDate></item><item><title>Trazendo o Budismo à Terra - Sessão VI: Duas Questões Adicionais – Tornando-nos Budistas e Felicidade</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_further_issues_becoming_bud.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_further_issues_becoming_bud.html</guid><description>Conversão ao Budismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Temos estado falando sobre algumas das várias dificuldades que muitas pessoas têm trabalhando com o budismo. Vimos que é muito importante termos uma atitude realista. Em relação a isto, um dos conselhos que Sua Santidade o Dalai Lama repetidamente dá a ocidentais é o de terem muito cuidado em mudarem de religião. O seu conselho levanta a seguinte questão: quando nós seguimos o caminho budista, isso significa que mudámos de religião, que nos convertemos e que em vez de usarmos uma cruz ao pescoço agora usamos uma corda vermelha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Eu penso que não é muito útil pensarmos na nossa dedicação ao percurso budista em termos de conversão. Sem dúvida que se dissermos que nos convertemos ao budismo, isso alienará fortemente os que são da nossa tradição de nascimento, seja ela&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_further_issues_becoming_bud.html" title="Trazendo o Budismo à Terra - Sessão VI: Duas Questões Adicionais – Tornando-nos Budistas e Felicidade"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 15:44:33 +0100</pubDate></item><item><title>Trazendo o Budismo à Terra - Sessão IV: As implicações de se tomar refúgio</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_four_implications_taking_re.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_four_implications_taking_re.html</guid><description>Refúgio como orientação básica das nossas vidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Temos falado sobre vários problemas que às vezes enfrentamos no budismo, em particular sobre a dificuldade que frequentemente muitos de nós temos em realmente aplicar os ensinamentos budistas às nossas vidas. Outra area que é importante examinar, a fim de lidarmos com este problema, é o tópico do refúgio. Há muitas coisas nos estágios iniciais do caminho budista que muitas vezes trivializamos ou evitamos examinar. Para muitas pessoas, o refúgio é uma delas. Isso é muito triste porque, quando o refúgio se torna algo trivial e sem sentido para nós, privamo-nos do alicerce de toda a prática budista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tomar refúgio não é apenas a repetição de uma fórmula e cortar-se um bocadinho de cabelo, como algumas tradições fazem, e talvez receber-se um&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_four_implications_taking_re.html" title="Trazendo o Budismo à Terra - Sessão IV: As implicações de se tomar refúgio"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 14:13:01 +0100</pubDate></item><item><title>Trazendo o Budismo à Terra - Sessão I: Abandonar as defesas</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_letting_down_walls.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_letting_down_walls.html</guid><description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Este fim de semana pediram-me para falar sobre um tópico que não é assim tão fácil de definir: Como lidar com as nossas fantasias acerca do budismo ou Como encarar o budismo realisticamente ou talvez como trazer o budismo à terra. Tenho de admitir que foi um pouco difícil tentar organizar, na minha mente, aquilo que exatamente deveria falar ou fazer durante este fim de semana. Poderia falar sobre a minha própria experiência, sobre as dificuldades que tive ao lidar com o budismo ou sobre as dificuldades que os meus amigos e conhecidos tiveram ao lidar com o budismo, mas talvez nada disso seja relevante face às dificuldades específicas que vocês possam estar a encontrar. Esse é o problema. Assim, por um lado, pode ser útil falar apenas sobre as dificuldades gerais que as&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_letting_down_walls.html" title="Trazendo o Budismo à Terra - Sessão I: Abandonar as defesas"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 14:08:22 +0100</pubDate></item><item><title>Trazendo o Budismo à Terra - Sessão III: O não-apercebimento da realidade</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_three_unawareness_reality.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_three_unawareness_reality.html</guid><description>A Segunda Verdade Nobre  Verdadeiras Causas do Sofrimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Assim como examinámos a Primeira Verdade Nobre, com aceitação e de uma maneira mais pessoal, precisamos também de examinar as outras três Verdades Nobres da mesma forma, de modo a que nossa prática budista nos toque pessoalmente de uma maneira muito mais significativa e transformadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Depois de termos reconhecido as dificuldades das nossas vidas e, em determinado sentido, dado um certo apoio emocional a nós próprios, vamos examinar a Segunda Verdade Nobre, as causas do sofrimento. Precisamos de saber qual a causa do entupimento do cano que não está a funcionar, por forma a podermos repará-lo. É muito importante, quando procuramos as causas dos nossos problemas, fazê-lo de uma maneira pessoal, do ponto de vista do caminho do&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_three_unawareness_reality.html" title="Trazendo o Budismo à Terra - Sessão III: O não-apercebimento da realidade"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:55:37 +0100</pubDate></item><item><title>Trazendo o Budismo à Terra - Sessão II: Direção segura (refúgio)</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_safe_direction_refuge.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_safe_direction_refuge.html</guid><description>Derrubando as barreiras em relação à aprendizagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como discutimos ontem, o que estamos tentando fazer é tornarmo-nos abertos a ser prestáveis aos outros -- relacionando-nos com eles diretamente, com as nossas barreiras em baixo. As barreiras têm que estar em baixo não só em relação a pessoas, mas também em relação a aprendizagem. É um tipo de processo semelhante. Devem estar em baixo para podermos estar abertos e aplicar a nós próprios, pessoalmente, as coisas que aprendemos, em vez de erguermos uma muralha ou outro tipo de barreira criada com a nossa intelectualidade. Ou seja, podemos construir uma muralha para proteger um eu interior aparentemente sólido, e pensar estou a ouvir estas coisas apenas como um exercício em intelectualidade, de modo a aprender algo curioso ou interessante.&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/bringing_buddhism_down_earth/session_safe_direction_refuge.html" title="Trazendo o Budismo à Terra - Sessão II: Direção segura (refúgio)"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:52:45 +0100</pubDate></item><item><title>Questões Sobre a Ética Sexual Budista</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/world_today/issues_buddhist_sexual_ethics.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/world_today/issues_buddhist_sexual_ethics.html</guid><description>Os Sistemas Éticos Ocidentais: Legalista e Humanista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O tópico para esta noite é sobre a perspectiva budista acerca da ética sexual. Em geral, no budismo, tentamos sempre seguir o caminho do meio e, assim, com relação à sexualidade, queremos evitar dois extremos. Um extremo é o de sermos muito austeros e severos e de considerarmos a sexualidade como algo fundamentalmente sujo e mau. Mas também queremos evitar o outro extremo, que é a atitude em relação ao sexo em que tudo é OK: Estamos apenas nos expressando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No budismo, o caminho do meio ensina uma abordagem ética com relação à sexualidade que evita estes dois extremos. Para seguí-lo, no entanto, precisamos de compreender a perspectiva budista em relação à ética. Como existem muitos sistemas éticos diferentes, precisamos de ter o&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/world_today/issues_buddhist_sexual_ethics.html" title="Questões Sobre a Ética Sexual Budista"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 13:25:57 +0100</pubDate></item><item><title>Lições a Aprender da Adaptação  do Budismo Tibetano, na Mongólia</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/modern_adaptation/recommendations/mongolia_central_asian_republics/adaptation_tibetan_buddhism_mongolia.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/modern_adaptation/recommendations/mongolia_central_asian_republics/adaptation_tibetan_buddhism_mongolia.html</guid><description>O Dr. Alexander Berzin, um budologista norte-americano que agora reside em Dharamsala, India, esteve recentemente na Mongólia a convite do Secretário-Geral da ABCP. Concordou dar a seguinte entrevista para Buddhists for Peace.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pergunta: Qual é a sua impressão ao visitar a Mongólia e a Asian Buddhist Conference for Peace (ABCP) Headquarters [Sede da Conferência do Budismo Asiático para a Paz]?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Resposta: Sinto-me muito feliz e honrado por ter tido a oportunidade de visitar a Mongólia e a sede da ABCP. Eu cresci nos Estados Unidos, em New-Jersey, não muito longe da comunidade calmique mongol dalí. O primeiro lama que encontrei foi o mongol Geshe Wangyal, em 1967. Desde então, tive o grande desejo de vir à Mongólia. Em Dezembro de 1985, conheci o Venerável Khambo Lama Gaadan, em Bodh&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/modern_adaptation/recommendations/mongolia_central_asian_republics/adaptation_tibetan_buddhism_mongolia.html" title="Lições a Aprender da Adaptação  do Budismo Tibetano, na Mongólia"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 12:47:04 +0100</pubDate></item><item><title>A Visão Budista Sobre Outras Religiões</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/buddhist_view_other_religions.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/buddhist_view_other_religions.html</guid><description>Pergunta: Como vê o budismo a existência de outras religiões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Resposta: Já que nem todos têm as mesmas inclinações e interesses, Buda ensinou vários métodos para diferentes pessoas. Citando este exemplo, Sua Santidade o Dalai Lama disse que é maravilhoso que no mundo existam tantas religiões diferentes. Assim como uma comida não é atrativa para todos, também uma religião ou um grupo de crenças não irá satisfazer as necessidades de todos. Deste modo, é extremamente benéfico que uma variedade de diferentes religiões estejam disponíveis para serem escolhidas. Ele as acolhe e se alegra disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nos dias de hoje, há um crescente diálogo, baseado no respeito mútuo, entre os mestres budistas e os líderes de outras religiões. Dalai Lama, por exemplo, encontra-se frequentemente com o Papa. Em&lt;a href="/web/pt/archives/approaching_buddhism/introduction/buddhist_view_other_religions.html" title="A Visão Budista Sobre Outras Religiões"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 12:40:23 +0100</pubDate></item><item><title>Renúncia - A Determinação de Ser Livre</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/sutra/level2_lamrim/intermediate_scope/renunciation_free.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/sutra/level2_lamrim/intermediate_scope/renunciation_free.html</guid><description>Definição e Implicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A renúncia (nges-'byung) é a determinação de ser livre não só de algumas formas de sofrimento, como também das suas causas. Envolve a vontade de abandonar esse sofrimento e as suas causas. Assim, requer uma grande coragem. Não é termos apenas como objectivo a obtenção de algo agradável sem pagarmos o preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A renúncia também implica a crença de que é possível sermos livres desse sofrimento e das suas causas. Isso não é apenas uma fantasia. É uma convicção de que isso é um fato verdadeiro (dad-pa) em todos os três modos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Acreditar nele com clareza (dvangs-ba'i dad-pa), livra a mente de emoções e atitudes perturbantes sobre o objecto. Assim, a correta renúncia liberta a mente da indecisão, da auto-piedade e do ressentimento de termos de abdicar de algo&lt;a href="/web/pt/archives/sutra/level2_lamrim/intermediate_scope/renunciation_free.html" title="Renúncia - A Determinação de Ser Livre"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Sep 2008 11:35:52 +0100</pubDate></item><item><title>Introdução ao Dzogchen</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/introduction_dzogchen.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/introduction_dzogchen.html</guid><description>A Necessidade de Dzogchen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dzogchen (rdzogs-chen, a grande perfeição) é um sistema avançado de prática Mahayana que conduz à iluminação. Encontra-se principalmente nas tradições Nyingma e Bon, mas também aparece como prática suplementar em algumas das tradições Kagyu, tais como Drugpa, Drigung e Karma Kagyu. Aqui, vamos falar de dzogchen de acordo com a escola Nyingma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; [ Veja: Breve História do Dzogchen.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para alcançar a iluminação, precisamos de eliminar para sempre dois grupos de obscurecimentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   obscurecimentos emocionais (nyon-sgrib) - aqueles que são emoções e atitudes perturbadoras e que impedem a liberação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   obscurecimentos cognitivos (shes-sgrib)  aqueles relacionados com todos os conhecíveis e que impedem a onisciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Estes obscurecimentos trazem-nos,&lt;a href="/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/introduction_dzogchen.html" title="Introdução ao Dzogchen"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Sep 2008 11:03:38 +0100</pubDate></item><item><title>Breve História do Dzogchen em Forma Gráfica</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/history_dzogchen_chart.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/history_dzogchen_chart.html</guid><description>Esta página contém um diagrama gráfico, o qual infelizmente não está acessível. O mesmo e mais informações podem ser encontrados em forma textual no artigo: Breve História de Dzogchen  [Para os pormenores, Veja: Breve História de Dzogchen.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Final do             Século VIII&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Imperador Tri Song-detsen&lt;br /&gt; Shantarakshita - Kamalashila&lt;br /&gt; Guru Rinpoche Padmasambhava (Kadro Nyingtig) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Vimalamitra&lt;br /&gt; (Vima Nyingtig) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Tibetano - Vairocana &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     divisão das instruções pessoais&lt;br /&gt; (essência do coração) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  divisão&lt;br /&gt; da mente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Divisão do&lt;br /&gt; espaço aberto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Inicio do             Século XIV&lt;br /&gt;   Longchenpa&lt;br /&gt; (Zabmo Nyingtig)&lt;br /&gt; Linhagem do Tesouro do Sul&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Final do             Século XIV&lt;br /&gt;   Rigdzin Godem Jey&lt;br /&gt; Linhagem do Tesouro do&lt;a href="/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/history_dzogchen_chart.html" title="Breve História do Dzogchen em Forma Gráfica"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Sep 2008 10:19:27 +0100</pubDate></item><item><title>Breve História do Dzogchen</title><link>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/brief_history_dzogchen.html</link><guid>http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/brief_history_dzogchen.html</guid><description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dzogchen (rdzogs-chen), a grande perfeição, é um sistema de prática Mahayana conduzindo à iluminação e envolve uma visão da realidade, um modo de meditar e uma forma de comportamento (lta-sgom-spyod gsum). É encontrado nas primeiras tradições (pré-budistas) Nyingma e Bon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Bon, de acordo com a sua própria descrição, foi fundado por Shenrab Miwo (gShen-rab mi-bo), em Tazig (sTag-gzig), uma área de cultura iraniana na Ásia central, e foi levado no século XI a.C. para Zhang-zhung (Tibete Ocidental). Não há nenhuma forma disto ser validado cientificamente. O Buda viveu no século VI a.C., na India.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Introdução do Budismo Pré-Nyingma e dos Ritos Zhang-zhung ao Tibete Central&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 645 d.C., Zhang-zhung foi conquistado por Yarlung (Tibete Central). O imperador de Yarlung,&lt;a href="/web/pt/archives/advanced/dzogchen/basic_points/brief_history_dzogchen.html" title="Breve História do Dzogchen"&gt;...&lt;/a&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Sep 2008 09:57:48 +0100</pubDate></item></channel></rss>